Feliz Ano Novo (com um mês de atraso)
Mas e daí? rssss
Ano que começou na chuva do Rio de Janeiro, meio que “lavando” o ano que passou, um que ficou marcado por uma palavra: MUDANÇA.
Mudança geral… cidade, hábitos, trabalho, atitude e até mesmo de foco na vida. Foi um ano de desafios, verdade, mas um ano bom. Muito bom. Poderia ter sido um pouquinho melhor no quesito finanças, mas, se eu estivesse trabalhando “fora”, num escritório, provavelmente não teria tido tempo para acompanhara a adaptação da Ciça à vida nova; não teria me empenhado no programa dos Vigilantes do Peso (não almoçando em restaurantes todos os dias), não teria voltado a malhar, não teria tido tempo para minha casa, meu marido, minha família. Não teria tempo para cuidar da “filha de 4 patas”, a Gigi. Como disse anteriormente, mudança de foco.
Esse ano longe dos braços da mamãe também foi muito positivo para a família. Família composta por mim, Amore e Ciça. Ficamos mais unidos, aprendemos (eu aprendí, tá bom) a contar com o outro e a, por que não, depender do outro.
Diferentemente de TODOS os outros anos de minha vida, nesta virada de ano, usei branco, e não fiz resolução de ano novo. Nenhuma. Resolví que irei dançar conforme a música, focar no que posso fazer e não no que eu gostaria que acontecesse e, tornar permanentes alguns dos pequenos hábitos que mudei ano passado.
Já estamos em fevereiro… Ciça voltou às aulas, agora no Infantil V, pré alfabetização, está se sentindo tão grande, tão moçinha. Ela já está lendo praticamente todas as palavras que encontra por aí (ainda tem dificuldade com dígrafos, o que é mais que normal), mas está super feliz com sua conquista.
Continua super apaixonada por cavalos de qualquer espécie: de verdade, pelúcia, miniaturas, em desenhos animados e filmes. Está cada dia mais argumentativa, não existe ‘ponto final’ para ela numa conversa… Sempre pedindo para ser ouvida, pedindo explicações e querendo saber os porquês. Seu raciocínio lógico me espanta, assim como sua habilidade matemática e sua esperteza. Cada dia que passa, fico mais apaixonada pela minha filhota, se é que isso é possível.
Enfim, ano novo, mais coisa nova… Amore finalmente deu start em sua tattoo: uma fênix, no braço, que o elemento que melhor o descreve. Eu, finalmente consegui uma “bonequinha” para tatuar no tornozelo, e, adorei.
Em fevereiro voltamos ao Rio para o aniversário de 90 anos de minha vovó e emendaremos o Carnaval.
Tomara que eu consiga tempo (e que me lembre) e volte aqui para escrever um pouco mais nesse cantinho que foi tão importante para mim, por alguns anos.
Inté.






















